para maiores de 18 anos

16
jul 2016

Programa Erosdita feito por estudantes da UFPE recebe prêmio na Expocom 2016

 
publicado em: Especial UFPE, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

REPORTAGEM: Caio Castro Mello

No último dia 9, o programa Erosdita Especial UFPE recebeu o prêmio de melhor reportagem em telejornalismo na Expocom 2016. Produzido por alunos do curso de jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob orientação da professora Yvana Fechine, em parceira com o blog Erosdita, o programa foi transmitido pela TV Pernambuco em 2015 (clique aqui para assistir).

Erosdita Intercom

(da esquerda pra direita): representante da Intercom; Maria Eduarda Barbosa; Caio Castro Mello; Katarina Vieira; Jaqueline Fraga; Suenia Azevedo; Julio Cirne. (Crédito: Intercom/Divulgação)

A seletiva regional, organizada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) aconteceu na Unifavip, em Caruaru. Anualmente, a Intercom premia as melhores produções laboratoriais de alunos de comunicação, em diversas categorias. leia o post completo »

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14
jul 2016

Assexualidade e o prazer de viver sem sexo! Sim, é possível! Por que não?

 
publicado em: Chá com Juba
por: Julieta Jacob
 

Mais uma quinta-feira e mais um Chá Comigo na sua mesa! Uhuu! Hoje vamos conversar sobre assexualidade, você já ouviu falar? É uma orientação sexual ainda cercada de desinformação e preconceito. Então, vamos abrir essa cabecinha? Me contem o que acharam e não se esqueçam de se inscrever no canal (clique aqui)!

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10
jul 2016

Masturbação infantil: “Minha filha de cinco anos se masturba. Como lidar?”

 
publicado em: Chá com Juba, educação sexual
por: Julieta Jacob
 

Recebo dúvidas de leitores e leitoras com frequência e muitas têm a ver com sexualidade infantil. O assunto é amplo e nesse vídeo eu abordo um pouco da masturbação infantil, que é um tema amplo e cheio de detalhes que variam de acordo com a faixa etária da criança.

No vídeo abaixo tem apenas uma amostra da amplitude desse tema! E se você tem filhos, a boa notícia é que em agosto eu vou fazer uma palestra em Recife sobre sexualidade infantil! Então ATENÇÃO MAMÃES E PAPAIS, anotem na agenda: será sábado, dia 06/08, às 11h, na Livraria Jaqueira (Recife).

Vagas limitadas e vendas antecipadas! É só enviar um email para julieta@erosdita.com. Assiste ao vídeo que no fim tem todos os detalhes! Te espero lá!

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30
jun 2016

Mulher livre é mulher vadia? Então somos todas vadias!

 
publicado em: Chá com Juba, sexo
por: Julieta Jacob
 

Não é de hoje que a sexualidade feminina é vigiada e controlada. É inacreditável como um mesmo comportamento (como transar na primeira noite, por exemplo) é enaltecido nos homens (garanhão, pegador) e motivo de julgamento para as mulheres (fácil, vagabunda, vadia).

Se ser livre sexualmente é ser vadia, não tem problema. Somos todas vadias. E não adianta rotular: as vadias são mais felizes! É sobre esse assunto que eu converso com Nathalia Ziemkiewcz, jornalista e autora do blog Pimentaria.

O chá foi gravado em São Paulo e agora vai direto para a sua mesa. Vem saborear com a gente e não se esqueça de se inscrever no canal para não perder os próximos!

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24
jun 2016

Documentário “The Mask you live in” questiona a forma como meninos são educados

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

Seja homem, não chore, não seja covarde, seu viadinho, seu boiola, faça sexo, seja corajoso, guarde seus sentimentos… essas são algumas das frases que muitos meninos estão acostumados a ouvir desde criança. Essa cobrança é típica de sociedades machistas e patriarcais (como a brasileira e a americana), em que o ideal de masculinidade é construído em oposição (e rejeição) a tudo o que é feminino.

Tal postura, além de pressionar os meninos a se enquadrarem nesse padrão, é também a semente da misoginia e da homofobia. E tudo isso é apresentado no excelente documentário The mask you live in (2015 – A máscara que você veste), da cineasta Jennifer Siebel Newsom, que também assina o aclamado Miss Representation (esse eu ainda não assisti).

Além de mostrar como a imposição desse modelo machista prejudica os meninos aumentando a incidência de depressão e suicídio, o filme traz dados de como essa educação baseada no incentivo a uma hipermasculinidade (em casa e na escola) está diretamente ligada ao aumento do número de homicídios e também da violência contra mulheres.

O documentário está disponível no Netflix. Alguém já assistiu? O que achou? Eu adorei!

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23
jun 2016

Monogamia ou poliamor: qual você prefere?

 
publicado em: Chá com Juba, sexo
por: Julieta Jacob
 

Em 2014 dei uma entrevista sobre monogamia e poliamor para a revista Continente e, desde então, o assunto muito me interessa! Agora ele virou o tema do Chá Comigo desta semana! Assista, compartilhe e me conta a  sua opinião! E não se esqueça de se inscrever no canal, ok? Toda quinta-feira tem vídeo novo!!

LEIA TAMBÉM:

Poliamor: quantos cabem no seu coração?

 

 

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22
jun 2016

Lei obriga moteis a terem quartos adaptados para pessoas com deficiência

 
publicado em: Especial UFPE, sexo
por: Julieta Jacob
 

Reportagem*: Carolina Seixas  (carolinaseixass@gmail.com) e Juliana Almeida (thejubsalmeida@gmail.com)

Antônio Zarzar e sua namorada chegam a um motel e entram no quarto. Ele se levanta de sua cadeira de rodas e sobe as escadas sem muita dificuldade. Consegue ficar de pé e andar por alguns metros com a ajuda das próteses que usa nas pernas. Antônio, porém, é uma exceção.

pessoas com deficiência

A maioria das pessoas com deficiência precisa de um ambiente adaptado às suas condições, o que, nos moteis da Região Metropolitana do Recife (RMR), ainda é raro de se encontrar.

Uma reclamação sobre essa falta de estrutura chegou à página do Facebook do deputado estadual Augusto César (PTB). Um cadeirante, indignado, relatou a falta de quartos adaptados em hoteis e como poucos ambientes eram planejados para pessoas como ele. A queixa foi ouvida e o debate, levado à Assembleia Legislativa de Pernambuco, resultou na Lei 15.553/2015.

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21
jun 2016

Educação sexual: as escolas estão preparadas?

 
publicado em: educação sexual, sexo
por: Julieta Jacob
 

Reportagem*: Marlon Diego (marlondiego7@gmail.com) e Renata Mendonça (mpires.renata@hotmail.com)

Promover educação sexual nas escolas é uma questão de respeito aos direitos humanos e também de saúde pública. Significa abordar não apenas o básico – as possíveis consequências de relações sexuais sem prevenção (gravidez indesejada e/ou doenças sexualmente transmissíveis) –  mas também questões ligadas a gênero, enfrentamento à violência contra a mulher, identidade, sentimentos, comunicação, família, diversidade sexual e sexualidade.

sexo giz

Na  Constituição de Pernambuco, no artigo 196, consta que a educação sexual é considerada um assunto essencial dentro das  salas  de  aula e deve ser abordada tanto na rede pública quanto na privada. Entretanto, ainda há um longo caminho a se percorrer. leia o post completo »

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20
jun 2016

Como trabalhar gênero e sexualidade no São João da escola

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

As apresentações de São João das escolas são, definitivamente, uma oportunidade muito rica para se trabalharem questões de gênero e sexualidade com a turma. É um desperdício que essa atividade se resuma à apresentação de uma coreografia, pois muitas vezes as letras das músicas escolhidas trazem mensagens que precisam ser debatidas com a turma:

são joão 2

Vou compartilhar uma sugestão de atividade a partir do que presenciei neste fim de semana numa escola aqui de Recife.

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19
jun 2016

Navegando pelas abas do sexo virtual: internet, câmera e muito tesão

 
publicado em: Especial UFPE, sexo
por: Julieta Jacob
 

Texto*: Ademara Thalyta

Sem toque, sem gosto, sem cheiro: fruto dessa nova maneira de socialização que se fez possível graças ao advento da internet, o sexo virtual existe, é amplamente praticado e polemizado.sexo virtualO Omegle é um dos vários sites existentes que têm por função conectar computadores aleatórios de todo o mundo em conversas imediatas assim que os indivíduos acessam a plataforma. Outros exemplos são o Chatroulette, Chaturbate e o ManHunt.

O Omegle foi a plataforma utilizada nesta reportagem pelo fato de não requerer nenhuma forma de cadastro ou informação pessoal do indivíduo para que se estabeleça uma conexão, ou seja, diferentemente dos outros sites citados, no Omegle a facilidade de qualquer pessoa se conectar é muito maior, sem restrição de idade, sexualidade ou gênero. leia o post completo »

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