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9
maio 2017

Prostituição no Brasil: regulamentar é o melhor caminho? Entenda o projeto Gabriela Leite

 
publicado em: sexo
por: Julieta Jacob
 

O assunto é polêmico. Tramita no Congresso Nacional  um projeto de lei que pretende regulamentar a prostituição. É o PL Gabriela Leite. Desde 2003 a prostituição já é uma ocupação reconhecida pelo Ministério do trabalho no país.

“Ser prostituta ou prostituto não é crime no Brasil. O que é crime são as condutas correlatas, como a manutenção da casa de prostituição, a exploração e o crime de rufianismo, aquele agenciador que aufere lucros com o programa da prostituta”, explica o advogado Pedro Josephi, que é também assessor jurídico da Associação Pernambucana das Profissionais do Sexo. Ele foi o meu entrevistado no programa Erosdita que debateu a regulamentação da prostituição.

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O advogado Pedro Josephi acredita que o PL Gabriela Leite ainda passará por adaptações durante a sua tramitação para se adaptar às diferentes realidades das prostitutas no país.

Pedro, que defende a regulamentação da atividade, explicou com detalhes o projeto Gabriela Leite: “O projeto descriminaliza as condutas correlatas e prevê que o cafetão pode obter até 50% do valor do programa. Passando dessa metade, configuraria exploração sexual. O PL Gabriela Leite também estabelece aposentoria especial com 25 anos de contribuição”, detalha o advogado.

Entretanto, o projeto não foi recebido de forma favorável pela coordenadora da Associação Pernambucana das Profissionais do Sexo, Nancy Feijó, que atua como prostituta há mais de 40 anos. “Esse projeto, se for aprovado, não vai trazer nenhum benefício para as prostitutas de rua porque elas não vão ter a garantia de direitos como uma trabalhadora que trabalha numa boate, por exemplo, que tem carteira assinada, tem hora pra pegar e largar, décimo terceiro… quem é que vai pagar a essas mulheres que vivem nas pistas, nas praças? Pra mim, são dois pesos, duas medidas”, opinou Nancy.

Para entender melhor o que propõe o projeto que pretende regulamentar a prostituição, assista à entrevista com Pedro Josephi no programa Erosdita:

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5
maio 2017

“O Recife ocupa o topo do ranking da LGBTfobia do Brasil. A universidade faz parte dessa cultura”, analisa professora Luciana Vieira

 
publicado em: Especial UFPE, LGBT
por: Julieta Jacob
 

Reportagem*: Cesar Castanha, Felipe Soares, Henrique Souza, Luiza Ribeiro, Vinícius Maranhão e Victoria Ayres.

Para falar de LGBTfobia e lesbofobia,  a gente volta a abril de 2016, quando a Revista Veja, publicou um perfil de Marcela Temer, esposa do então presidente interino Michel Temer, sob o título Marcela Temer: bela, recatada e “do lar”. O texto representa uma figura feminina que cumpre um papel decorativo no atual conflito político brasileiro. Como “recatada e do lar”, ela é esposa de Michel Temer, nada mais. Seu cotidiano se restringe a salões de beleza e à criação de Michelzinho, filho do casal. O perfil termina com a frase “Michel Temer é um homem de sorte”, como se a representação que o texto faz de Marcela Temer fosse a representação de uma mulher ideal.

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“Discutir gênero e sexualidade é um dos caminhos para desconstruir a cultura patriarcal, machista e LGBTfóbica”, analisa a coordenadora da Diretoria LGBT da UFPE, Luciana Vieira.

O perfil publicado na Veja é apenas uma de várias pistas para como o espaço a ser ocupado pela mulher é percebido nessa sociedade predominantemente patriarcal, em que o homem é visto como figura de comando e a mulher deve ser submissa a ele. Outra evidência, bem mais sombria, surge de um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que estipula um número de cerca de 5 mil mortes por ano causadas pelo feminicídio no país.

A vulnerabilidade da mulher no espaço público se agrava no caso das mulheres lésbicas. As lésbicas são vistas como um grupo indisponível ao desejo masculino. E o simples fato de serem mulheres que vivem sua sexualidade entre si, sem a participação dos homens, é visto como uma afronta à sociedade heteronormativa (e também patriarcal) em que vivemos, onde a heterossexualidade é legitimada como modelo a ser seguido. Quem não se encaixa nesse padrão é vítima de violência física e psicológica.

Nem sequer em espaços públicos, onde o respeito à diferença deveria existir, as mulheres lésbicas estão salvas desses abusos. Como enfrentamento à opressão de que são vítimas, elas têm se organizado para construir espaços próprios, como no caso da festa Ocupe Sapatão, e para ocupar coletivamente espaços hostis, como o bloco de Carnaval Ou Vai ou Racha. Nas universidades, o movimento feminista e LGBT pensam políticas de inclusão e combate à misoginia e LGBTfobia nos campus. Como coordenadora da Diretoria LGBT, a professora Luciana Vieira está à frente dessa missão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Conversamos com ela para conhecer as iniciativas da diretoria que visam garantir às mulheres lésbicas e às minorias LGBT o direito de vivência da sua sexualidade e gênero no espaço do campus.

Entrevista

EROSDITA – A UFPE é um lugar seguro para uma mulher lésbica viver sua sexualidade publicamente?

Não tenho como responder a essa questão porque, para isso, precisaríamos de uma pesquisa para mapear a lesbofobia na UFPE. Estamos fazendo uma pesquisa que vai ficar vinculada ao Siga para medir a lgbtfobia da UFPE e traçar o perfil da comunidade LGBT da universidade, mas ainda não temos esse mapeamento feito.

O Brasil, e também especificamente a cidade do Recife, não são lugares para a mulher lésbica viver sua sexualidade publicamente. Infelizmente, o Recife ocupa o topo do ranking da lgbtfobia do país. A universidade também faz parte dessa cultura LGBTfóbica. Foi exatamente por se saber disso que se criou a Diretoria LGBT, para pensar ações de conscientização e sensibilização da comunidade acadêmica em relação à LGBTfobia, entre outras questões.

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4
maio 2017

Terapia de casal é alternativa para evitar divórcio: “Falta de sexo e traição são os principais motivos”, revela psicóloga

 
publicado em: sexo
por: Julieta Jacob
 

De acordo com o IBGE, no período de 2014 a 2014, a taxa de divórcios no Brasil cresceu mais de 160%. Mas antes de chegar na separação, uma saída para “salvar” o relacionamento é a terapia de casal. Eu conversei com a psicóloga clínica Adriana Barros, que trabalha com esse tema há 15 anos (assista à entrevista completa no vídeo abaixo).

Para a psicóloga clínica Adriana Barros diálogo e empatia são fundamentais para manter a saúde dos relacionamentos.

Para a psicóloga clínica Adriana Barros diálogo e empatia são fundamentais para manter a saúde do relacionamento.

Se você não sabe qual é a hora de procurar ajuda, atenção: “No momento em que o casal não consegue mais ter uma relação saudável, é quando entra a necessidade de tentar descobrir o que está acontecendo. É onde entra a psicoterapia de casal ou terapia conjugal, que vem para ajudar as pessoas a perceberem como é que está o seu papel na relação. A terapia vai trabalhar em cima da remoção do conflito, mas é também um processo de autodescoberta”, explica Adriana.

Outro mito é pensar que o casal que busca terapia vai acabar se separando: “Quando o casal chega para a terapia, está muito claro que não existe intenção de se separar, pelo contrário. O que se quer é salvar, é melhorar o casamento. Quando um dos cônjuges tem certeza que quer se separar, nem cabe terapia. Ela só seria indicada para auxiliar no processo de separação, que quase sempre é doloroso”.”, analisa a psicóloga. Ela explicou ainda que a iniciativa geralmente é das mulheres (embora os homens estejam procurando cada vez mais) e que os principais motivos que levam à terapia são falta de sexo e traição. “Muitas vezes o casal precisa de ajuda para voltar a conversar porque o diálogo cessou”. Para saber todos os detalhes sobre esse assunto, é só conferir o programa Erosdita sobre o tema aqui abaixo:

ASSISTA À ENTREVISTA COMPLETA COM A PSICÓLOGA ADRIANA BARROS:

 

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21
abr 2017

“O ponto do marido é uma prática machista que atrapalha a vida sexual da mulher”, afirma obstetra Leila Katz

 
publicado em: sexo
por: Julieta Jacob
 

Você já ouviu falar no chamado “ponto do marido”? É um ponto realizado em mulheres para que a vagina fique mais “apertadinha” depois do parto. E para quê? Para dar mais prazer ao homem durante o sexo, já que, depois de um parto normal, a vagina da mulher ficaria “folgada”.

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No programa Erosdita desta semana eu conversei sobre violência obstétrica com a obstetra Leila Katz, que há quase uma década não realiza episiotomia em suas pacientes.

A verdade é que essa prática é uma forma de violência obstétrica. Apesar de toda mulher ter o direito de parir com respeito e dignidade, uma em cada cinco brasileiras sofre violência no parto, que é também uma violação de Direitos Humanos. No programa Erosdita desta semana, eu conversei sobre o assunto com a obstetra Leila Katz, que foi categórica: “Não há justificativa alguma do ponto de vista clínico para o ‘ponto do marido’. É uma atitude machista que pode inclusive atrapalhar a vida sexual da mulher. Há casos em que a mulher precisa ser operada depois para folgar a vagina por não conseguir ter relação sexual por causa desses malditos pontos”, afirmou Leila.

Nós também conversamos com a doula Júlia Morim, que é ativista pela humanização do parto e do nascimento, sobre os direitos da mulher durante a gestação e o parto.

Assista ao programa completo aqui:

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17
abr 2017

“Se a pessoa não tem sexo definido, ela não tem direito a existir”, denuncia mãe de bebê intersexo

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

Estima-se que 1,7% da população mundial possua algum estado intersexual visível a olho nu. Mas a intersexualiade ainda é pouco compreendida e, por isso, um grande tabu que precisa ser derrubado para que as pessoas intersexo tenham a sua dignidade reconhecida e respeitada.

ASSISTA AO PROGRAMA EROSDITA SOBRE INTERSEXUALIDADE

A psicopedagoga e educadora sexual Thaís Emília de Campos, que mora no interior de São Paulo, passou por um grande transtorno no nascimento de seu filho mais novo. Como o bebê apresentou ambiguidade sexual, a equipe médica não pôde definir se ele era menino ou menina.

Como consequência, a declaração de nascido vivo, concedida pelo hospital, não foi preenchida e nem entregue, pois o documento exige que se defina o sexo do bebê (e só existem as opções “masculino” ou “feminino”): “Como eu deixei o hospital sem essa declaração, meu filho perdeu o direito ao cartão de assistência do SUS e também ao convênio médico, e eu perdi a licença maternidade no prazo correto. Percebi que se a pessoa não tem sexo definido, ela não tem direito a existir”, denuncia Thaís.

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A psicopedagoga e educadora sexual Thais Emília de Campos enfrentou muitos transtornos para conseguir registrar o seu bebê intersexual no interior de São Paulo.

A história de Thaís e seu bebê foi contada no programa Erosdita. Nós também conversamos com a advogada Carolina Ferraz, que atua na área de gênero e diversidade sexual. Ela mostrou as questões jurídicas relativas à interssexualidade e alertou que as chamadas cirurgias de “readequação” sexual podem ser, na verdade, mutiladoras. Confira o programa Erosdita completo e inscreva-se no canal para não perder o programa da próxima semana!

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“Os cariótipos não estão restritos ao xx e xy, existem também os mosaicos, as variações”, explica a ginecologista com atuação em Sexologia Vilma Maria, nossa entrevistada no programa Erosdita (assista ao programa completo).

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8
abr 2017

Brasil vive pior epidemia de HIV desde 1981: “Os pais acham que os jovens não transam”

 
publicado em: educação sexual, sexo
por: Julieta Jacob
 

A notícia é muito preocupante. Só que ainda mais preocupante é o fato dela estar sendo ignorada – enquanto os números não param de crescer. Talvez você não saiba, mas os casos de infecção por HIV voltaram a aumentar no Brasil, principalmente entre os jovens: subiu 11% na faixa etária de 15 a 24 anos. É a pior epidemia desde 1981, de acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV (Unaids).

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Jerônimo Duarte analisou as razões do crescimento do HIV no Brasil no programa Erosdita (assista ao programa completo abaixo).

Eu conversei com Jerônimo Duarte, integrante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids (Núcleo Pernambuco) para entender o que explica essa nova epidemia: “Só se fala de Aids no carnaval e o governo acha que basta entregar camisinha, mas é preciso dar ao público outras maneiras de prevenção. Além disso, não se fala de sexualidade nas famílias. Os pais acham que os jovens não transam e aí a informação não chega a tempo, e quando as pessoas chegam ao serviço de saúde, já estão infectadas”, avalia Jerônimo.

Nós também ouvimos a opinião de Jô Menezes, coordenadora de projetos da ONG Gestos, para entender as causas do crescimento de casos de HIV no país: “As discussões sobre sexualidade têm perdido espaço nos serviços de saúde e nas escolas. Há quem ache que essa é uma discussão pra ser feita na família, mas as famílias não estão preparadas e não querem fazer. A escola é o local onde o jovem se sente mais à vontade. Precisamos de diálogos francos e abertos”, analisa Jô.

Assista ao programa completo aqui:

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3
abr 2017

“O essencial é o clitóris”: especialista em sexualidade desmistifica o orgasmo feminino

 
publicado em: sexo
por: Julieta Jacob
 

“Qual é a diferença entre o orgasmo vaginal e o clitoridiano”? Essa pergunta tem perturbado muitas mulheres desde que Freud resolveu concluir que o “orgasmo maduro” é aquele obtido pela vagina, enquanto o “clitoridiano” seria o orgasmo da mulher “imatura”. Pois bem. Décadas se passaram desde essa afirmação e muitas mulheres ainda se perguntam por que não conseguem gozar APENAS com a penetração do pênis na vagina.

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A ginecologista e terapeuta sexual Angelina Maia também é autora do livro “O papel da vulva e da vagina no prazer sexual feminino”.

Ora, a resposta é muito simples: porque a vagina é praticamente insensível. Apenas 30% das mulheres dizem atingir o orgasmo pela via exclusivamente vaginal. E olha que, mesmo nesse caso, é o clitóris quem comanda o orgasmo! Não, você não precisa estar entre essas mulheres. Mas precisa saber – e jamais esquecer – que o principal e mais poderoso órgão sexual da mulher é o clitóris. E não, ele não é só um pontinho pequenino na vulva. Aquela parte visível é “só a cabecinha”, ou a ponta do iceberg.

A ginecologista e terapeuta sexual Angelina Maia, que é também especialista em vulva – ou vulvóloga – foi a nossa convidada no programa Erosdita e explicou direitinho como é que funciona a excitação e o orgasmo da mulher. A entrevista tá im-per-dí-vel!

Confira a entrevista com Angelina Maia no vídeo abaixo:

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30
mar 2017

Mete a Colher: rede de apoio a mulheres vai virar aplicativo de celular

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

O Mete a Colher é uma rede de apoio que ajuda mulheres a sair de relacionamentos abusivos e enfrentar a violência doméstica. O projeto que, nasceu em março de 2016, em Recife, durante o evento Startup Weekend Women, foi idealizado por cinco jovens mulheres que diante do cenário da violência contra a mulher decidiram criar um movimento de empoderamento e de combate aos relacionamentos abusivos.

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As idealizadoras do Mete a Colher (da esquerda para a direita): Lhais, Renata, Thaisa, Cani e Aline.

Um ano depois, o Mete a Colher está prestes a virar um aplicativo de celular, o que irá facilitar ainda mais a oferta de ajuda às mulheres além de fortalecer a rede de apoio. Uma das idealizadoras do Mete a Colher, Aline Silveira, esteve no programa Erosdita para contar tudo sobre a rede de apoio falar sobre o enfrentamento da violência contra a mulher.  É só apertar o play e conferir:

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20
mar 2017

Deixa Ela Em Paz: coletivo feminista incentiva mulheres a lutarem por igualdade de gênero

 
publicado em: feminismos
por: Julieta Jacob
 

Antes de qualquer coisa, anote aí dois recados importantes: o Erosdita vai ar toda sexta-feira às 19h na TV Pernambuco; portanto, inscreva-se no canal do YouTube para não perder nenhum programa (todos ficam disponíveis lá depois de serem exibidos na TV).

Agora eu queria saber se você já conhecem o coletivo feminista Deixa Ela em Paz. Se não, vai conhecer agora! É um coletivo feminista que faz intervenções urbanas e atua com arte e formação incentivando a mulheres a lutarem por igualdade de gênero.

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Não vou me alongar muito por aqui porque uma das integrantes do coletivo, Joana Pires, foi a nossa entrevistada no programa Erosdita que abordou o tema do assédio sexual. Tem ainda entrevista com duas integrantes de blocos de carnaval feministas que levantam a bandeira do direito à liberdade sexual feminina e do controle sobre seus corpos: Dandara Pagu, do Vaca Profana, e Fernanda Ximenes, do Ou Vai Ou Racha. É só clicar abaixo e assistir! Tá imperdível.

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11
mar 2017

Veja como foi a Marcha das Mulheres no Brasil e no mundo

 
publicado em: feminismos
por: Julieta Jacob
 

Neste 8 de março mulheres de todo o mundo aderiram à paralisação pela igualdade de direitos. Em diversas cidades do Brasil e do mundo, elas foram às ruas com cartazes denunciando violações e exigindo mais respeito e dignidade. Pelo direito de não ser assediada nem estuprada, de ter salários maiores, pela liberdade sexual, pela vida das mulheres negras e transexuais, pelo combate à lesbofobia… são muitas lutas e o 8 de março provou que um aspecto é indispensável para viabilizar as conquistas: a união entre as mulheres!

Vamos dar um giro e ver algumas imagens do 8 de março no Brasil e no mundo! Começando por Recife e passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Montevideo (Uruguai), San Jose (Costa Rica), Berlim (Alemanha) e Barcelona (Espanha).

RECIFE

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Um pouco de esperança no centro do Recife. Foto: Beto Figueiroa.

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