para maiores de 18 anos

17
abr 2017

“Se a pessoa não tem sexo definido, ela não tem direito a existir”, denuncia mãe de bebê intersexo

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

Estima-se que 1,7% da população mundial possua algum estado intersexual visível a olho nu. Mas a intersexualiade ainda é pouco compreendida e, por isso, um grande tabu que precisa ser derrubado para que as pessoas intersexo tenham a sua dignidade reconhecida e respeitada.

ASSISTA AO PROGRAMA EROSDITA SOBRE INTERSEXUALIDADE

A psicopedagoga e educadora sexual Thaís Emília de Campos, que mora no interior de São Paulo, passou por um grande transtorno no nascimento de seu filho mais novo. Como o bebê apresentou ambiguidade sexual, a equipe médica não pôde definir se ele era menino ou menina.

Como consequência, a declaração de nascido vivo, concedida pelo hospital, não foi preenchida e nem entregue, pois o documento exige que se defina o sexo do bebê (e só existem as opções “masculino” ou “feminino”): “Como eu deixei o hospital sem essa declaração, meu filho perdeu o direito ao cartão de assistência do SUS e também ao convênio médico, e eu perdi a licença maternidade no prazo correto. Percebi que se a pessoa não tem sexo definido, ela não tem direito a existir”, denuncia Thaís.

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A psicopedagoga e educadora sexual Thais Emília de Campos enfrentou muitos transtornos para conseguir registrar o seu bebê intersexual no interior de São Paulo.

A história de Thaís e seu bebê foi contada no programa Erosdita. Nós também conversamos com a advogada Carolina Ferraz, que atua na área de gênero e diversidade sexual. Ela mostrou as questões jurídicas relativas à interssexualidade e alertou que as chamadas cirurgias de “readequação” sexual podem ser, na verdade, mutiladoras. Confira o programa Erosdita completo e inscreva-se no canal para não perder o programa da próxima semana!

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“Os cariótipos não estão restritos ao xx e xy, existem também os mosaicos, as variações”, explica a ginecologista com atuação em Sexologia Vilma Maria, nossa entrevistada no programa Erosdita (assista ao programa completo).

ASSISTA AO BLOCO 02 DO PROGRAMA:

 

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Um comentário
  1. Tive uma infância reprimida na qual eu sempre min indentifiquei sempre a mulher que sou,hoje faso sempre reflecsões,de como de tudo um pouco não foi nada fácil a minha infância, de mim se eu tivesse apoio de nascença ao ter nascida rsrs!mim tivesse criada modo exprecivo que,eu tivesse fotos pequena já vestidinha com roupinhas de menina seria melhor!,mas sempre min persebir eu menina mulher hoje que já sou já com minha cidadania já com meus documentos tudo já com meu nome e meu sexo tudo já conquistado,hoje sou muita feliz de mas da conta,no recocomeço de bem na adolescência sofre muito devido nome anterior cada vez que mim chamava o pelo nome rsrs anterior era mesmo que sentise alguém como se mim fesem uma facada em mim!,quando a esso com sertesa sofre muito quase eu não conseguir terminar meus estudos devido por professores chamar pelo nome anterior sofria de mas!,chorava a escondida devido tantas repressões na época da adolescência eu muita vez eu desesperada mim perguntava?,eu tenho algo a menos sou menina vou ser mulher sem minha buseta,eu a mim perguntava muita desesperada eu recorrir na força de Deus pela minha fé,corrir atraz de Doutores tudo pra mim ajudarem o que fosse resolvido em mimnha vida que hoje tou feliz pela minha cidadania e o sexo em meus documentos falto um detalhe só mas logo vou ta realizada a minha cruz ta leve sou uma mulher hoje mesmo com tantas ignorância de serras pessoas eu vivo minha vida,com meu caráter e acabolse sou mulher ponto final feliz da vida…

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