para maiores de 18 anos

4
mar 2016

“Nós Mulheres”: conferência gratuita e online reúne especialistas em temas voltados para o empoderamento feminino

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Este post é um convite (imperdível) para você ter um 8 de março diferente de todos que já viveu. Para isso, basta participar do evento “Nós Mulheres”, espaço de acesso a temas que refletem sobre a mulher no mundo atual e toda a complexidade das novas mudanças surgidas a partir da luta pela igualdade de direitos. O objetivo é contribuir para o processo de empoderamento das mulheres, já que é por meio dele que nós, mulheres, podemos estar mais bem informadas para sermos capazes de fazer escolhas consentidas e conscientes.

nos mulheres

Ao todo serão seis palestras durante o dia inteiro. Confira a programação abaixo e faça a sua inscrição.

O evento, que é gratuito e totalmente online, é organizado pelo IRES (Instituto de Referência em Sexualidade e Educação Sexual) em parceria com um monte de gente bacana, inclusive o Erosdita (alegria!).

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1
mar 2016

Propaganda reconhece trabalho duro das mulheres e defende que homens devem participar das tarefas domésticas

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Uma alegria: quando a publicidade se preocupa não apenas em vender o produto, mas também uma ideia interessante.

Assisti a esse comercial hoje e me arrepiei. Ele foi exibido na Índia, onde predomina a ideia de que “lugar de mulher é no tanque” (assim como no Brasil e em tantas outras sociedades machistas) e faz parte de uma campanha que usa a hashtag #sharetheload (“compartilhe a carga”, em tradução livre). Talvez você se identifique com a história do vídeo, talvez você se lembre de alguma mulher. Talvez você se emocione.

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21
fev 2016

“Amo meu filho, mas estou detestando ser mãe”. Mulher rejeita ‘desafio da maternidade’ e tem perfil bloqueado no Facebook

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Eu cheguei a ler o comentário de Juliana Reis na íntegra pouco tempo depois que ela o publicou no facebook. No dia seguinte, para minha surpresa, soube que o perfil dela havia sido bloqueado devido a inúmeras denúncias e críticas. E o que de mal Juliana fez? Eu poderia dizer simplesmente “nada” (porque, de fato, não fez nada). Mas, para muita gente, ela cometeu um grave crime: desconstruir a ideia romantizada da maternidade.

juliana melo_ok

Juliana com o filho Vicente, de três meses. Foto: reprodução/Facebook

Juliana rejeitou o tal “desafio da maternidade” (que propõe que as mulheres postem fotos que demonstrem como é bom ser mãe) e propôs o desafio que chamou “maternidade real”. Juliana é mãe de Vicente, de três meses, e em seu depoimento, (maravilhoso, aliás – leia um trecho abaixo), ela teve coragem de compartilhar seus medos, dificuldades e angústias mais íntimas em relação à maternidade.

“Amo meu filho, mas estou detestando ser mãe”, desabafou. E foi crucificada por isso.

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18
fev 2016

Adele passeia com o filho vestido de princesa: quatro coisas que você precisa saber

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

A cantora Adele foi se divertir na Disney com seu filho Angelo, de três anos, que foi fotografado vestido de princesa. A imagem despertou dúvidas e curiosidades de muita gente. Garimpei alguns comentários para esclarecê-los:

adele

Imagem: divulgação

1- Ele não tem maturidade nenhuma, isso com certeza só confunde a cabeça da criança!

Pensa comigo: e se Angelo quisesse se vestir de Olaf, você também acha que geraria confusão? Veja só, a criança pode achar que é um boneco e neve, hein? Se mesmo assim você respondeu que não teria problema, eu diria que seu argumento da “falta de maturidade” é falho e esconde razões de transfobia e misoginia.

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4
fev 2016

Por que a masturbação feminina ainda é considerada um tabu?

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Sendo bem simplista, porque a sexualidade feminina ainda é cercada de tabus e a masturbação é parte dela. Veja só: ao longo da história, o sangue menstrual já foi considerado assustador e doentio, dizia-se que o sangue da “defloração” trazia azar e muitos mitos foram criados associando a vagina a uma força devoradora e insaciável, uma caverna que podia provocar pesadelos e até a morte. Na Índia, inúmeras lendas falam do mito da vagina dentada, ou seja, mulheres cuja vagina é uma monstruosa boca cheia de dentes para decepar o pênis.

barbarella

Em 1968 a atriz Jane Fonda interpretou a maravilhosa Barbarella, tão fogosa que destruiu a máquina feita para matar de prazer.

Hoje, apesar de essas crenças soarem absurdas, no nosso inconsciente elas parecem ainda exercer enorme influência e não por acaso. O discurso da sexualidade feminina enquanto força perigosa e incontrolável foi apropriado de forma conveniente e estratégica por instituições como a Igreja, a Medicina e o Estado, que trataram de controlar e negar o prazer das mulheres.  leia o post completo »

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30
jan 2016

Boi Neon enriquece o debate de gênero e sexualidade com personagens que rompem o clichê

 
publicado em: estudos de gênero, sexo
por: Julieta Jacob
 

Não tem perigo de eu ler “Um filme de Gabriel Mascaro” na telona e não me emocionar. Gabriel, é impossível não lembrar dos nossos tempos de estagiários na TV Universitária (mais especificamente no programa Curta Pernambuco, junto com Tibério Azul – outro artista, diga-se). Sinto um orgulho danado, essa é que a verdade.

galega ok

Maeve Jinkings é Galega. Foto: Mateus Sá.

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22
jan 2016

Berenice Bento ministra curso sobre gênero e sexualidade em Goiânia

 
publicado em: estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

Conheci a professora e pesquisadora Berenice Bento (UFRN) no Seminário Desfazendo Gênero, em Salvador, no ano passado. Para quem tem interesse na área de estudos de gênero, sexualidade, direitos humanos e estudos queer, ela é referência.

Por isso acho bem imperdível esse curso que ela vai oferecer nos dias 17, 18 e 19 de março em Goiânia (GO). Eu não poderei ir, mas adoraria! Quem sabe Berenice vem a Recife ainda este ano?

berenice

A professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisadora do CNPq Berenice Bento possui graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Sociologia e pós-doutorado pela CUNY/EUA.

Berenice é autora do livro “A Reinvenção do Corpo: Sexualidade e Gênero na Experiência Transexual”, que traz histórias de vida de pessoas que mudaram o corpo, cirurgicamente ou não, para se tornarem reais, para não serem “aberrações” (expressão comum entre os/as transexuais), e sugerirá que as explicações para a emergência da experiência transexual devem ser buscadas nas articulações históricas e sociais que produzem os corpos-sexuados e que têm na heterossexualidade a matriz que confere inteligibilidade aos gêneros.

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20
jan 2016

Assédio sexual: o que é, de quem é a culpa e como combater

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero
por: Julieta Jacob
 

Gravar o programa “Abre Aspas” (assista no fim do post) não foi fácil porque falar sobre esse assunto não é. Não é fácil, mas é MUITO necessário. Precisamos falar sobre assédio. E sobre consentimento.

Vou te dar um exemplo: um dia depois dessa gravação, uma amiga me ligou pedindo ajuda. Uma conhecida dela havia sido estuprada e, ao chegar na delegacia para prestar queixa (devastada, diga-se), a primeira pergunta do policial que a atendeu foi “Mas que roupa você estava usando”. Seguido do comentário “uma mulher sozinha andando por esse local à noite…”.

assedio aeso

Assista ao programa completo no fim do post.

Pois é. Doeu em mim. Doeu em você também. Esse caso aconteceu em Recife. Estamos em 2016 e continuamos achando que a culpa é da vítima. É da mulher que usa um decote ou uma saia curta. Que caminha por um local deserto e pouco iluminado. Que é mulher, enfim.

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12
jan 2016

David Bowie: o camaleão do rock e do sexo foi muito além dos rótulos

 
publicado em: estudos de gênero, LGBT
por: Julieta Jacob
 

Mas afinal, David Bowie era gay? Bissexual? Se você já pensou em desistir de ler esse texto só por esse início, imagina David Bowie, que ao longo de seus 69 anos de vida, teve que conviver com essas insistentes – e inconveniente – perguntas. E acredite: ainda tem gente buscando respostas.

bowie

Tudo começou em janeiro de 1972, quando ele afirmou para o jornal britânico Melody Maker: “Eu sou gay e sempre o fui, mesmo quando eu era David Jones” (esse é o nome de batismo de Bowie). Na época, o artista estava no início do auge da fama e sua declaração impulsionou os movimentos LGBT, que davam os seus primeiros passos.

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13
nov 2015

Assista! Novo clipe de Clarice Falcão é um manifesto de empoderamento feminino

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Dá um pausa rapidinha no que você tá fazendo e vai assistir ao novo clipe de Clarice Falcão, lançado hoje! Principalmente se você for mulher. Mas se for homem, assista também. Achei emocionante.

A música é um cover de “Survivor”, da antiga banda de Beyoncé, Destiny’s Child.

Guarda pra cantar (bem alto e repetidas vezes!) naquele momento em que você terminar um relacionamento abusivo e se sentir uma sobrevivente – porque você continua inteira e o melhor da vida está por vir! Se já terminou um relacionamento abusivo, canta também. Já o batom vermelho você pega agora mesmo e usa imediatamente.

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