para maiores de 18 anos

30
mar 2017

Mete a Colher: rede de apoio a mulheres vai virar aplicativo de celular

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

O Mete a Colher é uma rede de apoio que ajuda mulheres a sair de relacionamentos abusivos e enfrentar a violência doméstica. O projeto que, nasceu em março de 2016, em Recife, durante o evento Startup Weekend Women, foi idealizado por cinco jovens mulheres que diante do cenário da violência contra a mulher decidiram criar um movimento de empoderamento e de combate aos relacionamentos abusivos.

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As idealizadoras do Mete a Colher (da esquerda para a direita): Lhais, Renata, Thaisa, Cani e Aline.

Um ano depois, o Mete a Colher está prestes a virar um aplicativo de celular, o que irá facilitar ainda mais a oferta de ajuda às mulheres além de fortalecer a rede de apoio. Uma das idealizadoras do Mete a Colher, Aline Silveira, esteve no programa Erosdita para contar tudo sobre a rede de apoio falar sobre o enfrentamento da violência contra a mulher.  É só apertar o play e conferir:

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20
mar 2017

Deixa Ela Em Paz: coletivo feminista incentiva mulheres a lutarem por igualdade de gênero

 
publicado em: feminismos
por: Julieta Jacob
 

Antes de qualquer coisa, anote aí dois recados importantes: o Erosdita vai ar toda sexta-feira às 19h na TV Pernambuco; portanto, inscreva-se no canal do YouTube para não perder nenhum programa (todos ficam disponíveis lá depois de serem exibidos na TV).

Agora eu queria saber se você já conhecem o coletivo feminista Deixa Ela em Paz. Se não, vai conhecer agora! É um coletivo feminista que faz intervenções urbanas e atua com arte e formação incentivando a mulheres a lutarem por igualdade de gênero.

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Não vou me alongar muito por aqui porque uma das integrantes do coletivo, Joana Pires, foi a nossa entrevistada no programa Erosdita que abordou o tema do assédio sexual. Tem ainda entrevista com duas integrantes de blocos de carnaval feministas que levantam a bandeira do direito à liberdade sexual feminina e do controle sobre seus corpos: Dandara Pagu, do Vaca Profana, e Fernanda Ximenes, do Ou Vai Ou Racha. É só clicar abaixo e assistir! Tá imperdível.

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11
mar 2017

Veja como foi a Marcha das Mulheres no Brasil e no mundo

 
publicado em: feminismos
por: Julieta Jacob
 

Neste 8 de março mulheres de todo o mundo aderiram à paralisação pela igualdade de direitos. Em diversas cidades do Brasil e do mundo, elas foram às ruas com cartazes denunciando violações e exigindo mais respeito e dignidade. Pelo direito de não ser assediada nem estuprada, de ter salários maiores, pela liberdade sexual, pela vida das mulheres negras e transexuais, pelo combate à lesbofobia… são muitas lutas e o 8 de março provou que um aspecto é indispensável para viabilizar as conquistas: a união entre as mulheres!

Vamos dar um giro e ver algumas imagens do 8 de março no Brasil e no mundo! Começando por Recife e passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Montevideo (Uruguai), San Jose (Costa Rica), Berlim (Alemanha) e Barcelona (Espanha).

RECIFE

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Um pouco de esperança no centro do Recife. Foto: Beto Figueiroa.

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8
jun 2016

Vídeo explica a cultura do estupro em dois minutos

 
publicado em: educação sexual, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Tá difícil de entender? A Revista Superinteressante desenhou para você! Beeeem didático! Tá facinho de entender a cultura do estupro nesse vídeo de apenas dois minutos. Achei genial! Agora acabou a desculpa, hein?

 

Inscreva-se no canal do Youtube! Vídeo novo toda quinta, às 17h.

 

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31
maio 2016

Thelma e Louise: um filme sobre a cultura do estupro

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Eu passei a adolescência ouvindo que “Thelma e Louise” (1991) era um filme lindo sobre amizade. Um emocionante “road movie” americano sobre duas amigas aventureiras. Muita, mas muita gente mesmo me disse isso. Apesar da curiosidade, eu não sei exatamente o porquê não cheguei a assistir a esse filme na década de 90.

thelma e louise

Thelma e Louise (1991 – direção: Ridley Scott) mostra como a cultura do estupro é perversa com as mulheres e, ao mesmo tempo, naturalizada pela sociedade.

Recentemente descobri que ele está disponível no Netflix e resolvi assistir no exato dia em que ocorreu aquele chocante estupro coletivo no Rio de Janeiro. E fiquei pasma ao perceber o que ninguém havia me contado: “Thelma e Louise” é um filme sobre a cultura do estupro. leia o post completo »

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10
mar 2016

ONU ofecere planos de aula com temáticas para combater o machismo e a violência de gênero na escola

 
publicado em: educação sexual, estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

No meu mestrado (no programa de Direitos Humanos da Universidade Federal de Pernambuco) eu pesquisei sobre práticas pedagógicas que abordam relações de diversidade sexual e gênero na escola.

Não só por isso (mas também por isso) fiquei muito contente quando li a notícia de que a ONU Mulheres havia criado a iniciativa chamada “O Valente Não é Violento” com o objetivo de atuar pelo fim de estereótipos de gênero e comportamentos machistas produzindo conteúdo pedagógico livre para colaborar na formação de estudantes no Brasil.

gênero na escola: o valente não é violento

Campanha da ONU incentiva o debate de gênero na escola.

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8
mar 2016

Ao clitóris, com carinho

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos, sexo
por: Julieta Jacob
 

Quanto mais eu convivo, converso e trabalho com mulheres (nas palestras e na vida), mais eu me convenço sobre a necessidade de se divulgar e se promover o clitóris. É sério. Se para você essa parte mágica do corpo já tem o devido valor, ótimo. Que seja sempre assim! Mas, para muitas mulheres, o clitóris ainda é um vizinho um tanto desconhecido. E eu me sinto na obrigação de encorajar esse encontro e essa linda amizade.

clitoris desenho

Vem comigo ser feliz e integrar o fã clube do clitóris! Trata-se de uma estrutura nobre, embora pequenina, que possui 8 mil fibras nervosas (duas vezes a quantidade presente na glande peniana). Além disso, é um órgão cuja ÚNICA função é proporcionar prazer. Fica na parte superior da vulva (no início da abertura) e, quando estimulado, se enche de sangue, dobra de tamanho e se enrijece. leia o post completo »

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4
mar 2016

“Nós Mulheres”: conferência gratuita e online reúne especialistas em temas voltados para o empoderamento feminino

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Este post é um convite (imperdível) para você ter um 8 de março diferente de todos que já viveu. Para isso, basta participar do evento “Nós Mulheres”, espaço de acesso a temas que refletem sobre a mulher no mundo atual e toda a complexidade das novas mudanças surgidas a partir da luta pela igualdade de direitos. O objetivo é contribuir para o processo de empoderamento das mulheres, já que é por meio dele que nós, mulheres, podemos estar mais bem informadas para sermos capazes de fazer escolhas consentidas e conscientes.

nos mulheres

Ao todo serão seis palestras durante o dia inteiro. Confira a programação abaixo e faça a sua inscrição.

O evento, que é gratuito e totalmente online, é organizado pelo IRES (Instituto de Referência em Sexualidade e Educação Sexual) em parceria com um monte de gente bacana, inclusive o Erosdita (alegria!).

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1
mar 2016

Propaganda reconhece trabalho duro das mulheres e defende que homens devem participar das tarefas domésticas

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Uma alegria: quando a publicidade se preocupa não apenas em vender o produto, mas também uma ideia interessante.

Assisti a esse comercial hoje e me arrepiei. Ele foi exibido na Índia, onde predomina a ideia de que “lugar de mulher é no tanque” (assim como no Brasil e em tantas outras sociedades machistas) e faz parte de uma campanha que usa a hashtag #sharetheload (“compartilhe a carga”, em tradução livre). Talvez você se identifique com a história do vídeo, talvez você se lembre de alguma mulher. Talvez você se emocione.

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25
fev 2016

Fernanda Torres volta atrás e pede desculpas por texto em que acusa o discurso feminista de “vitimização”

 
publicado em: amor, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Na segunda-feira passada a atriz Fernanda Torres publicou um texto, a meu ver, tão repleto de absurdos, que custei a acreditar. Não por ter sido escrito por ela exatamente, mas por uma mulher esclarecida e com acesso a informação.

Antes de qualquer indignação, porém, pensei: aposto que é só uma brincadeira que eu, desavisadamente, tou levando a sério. Daqui a pouco vai ter a confirmação que era só uma pegadinha, tenho certeza.

fern torresok

Mas com o passar do tempo, em vez da tal confirmação, começaram a pipocar textos em resposta ao texto de Fernanda. Então entendi que era sério.

Resolvi destacar as partes que mais me impressionaram:

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