para maiores de 18 anos

17
nov 2015

Imperdível: palestra gratuita sobre prevenção ao abuso sexual infantil com Caroline Arcari em Recife

 
publicado em: educação sexual
por: Julieta Jacob
 

A vida é mesmo muito generosa! Acompanhe comigo a sequência dos acontecimentos:

1- um belo dia eu postei na página do Erosdita no facebook uma reportagem sobre abuso sexual infantil.

2- Uma leitora do Erosdita comentou na postagem perguntando se eu conhecia o livro Pipo e Fifi, que aborda a prevenção do abuso sexual infantil (e foi escrito para crianças a partir de 4 anos).

3- Eu não conhecia o livro. Assim que li, a-do-rei e logo entrei em contato com a autora, Caroline Arcari. Por que adorei? Entre outras razões, porque ele consegue abordar esse tema, que é tão difícil e delicado, de forma leve, informativa e eficaz. Virei fã na hora e já passei a indicá-lo nas minhas palestras.

caroline

A pedagoga e educadora sexual Caroline Arcari é especialista na prevenção da violência sexual na infância.

4-  Como Caroline mora em Goiás (apesar de ser paranaense) e eu em Recife, a gente se falou por e-mail e ficou torcendo por um encontro ao vivo.

5- Poucos meses depois, Caroline me disse que embarcaria para Cabo Verde (para ministrar um curso de metodologias de educação sexual na prevenção da violência sexual). E aí veio a vida com toda a sua generosidade: como o voo para Cabo Verde sai de Recife, finalmente a gente teve a chance de se conhecer pessoalmente!

6-  E como Caroline é tão generosa quando a vida, ela quis dividir com a gente aqui de Recife um pouco do trabalho que realiza mundo afora. E assim surgiu a ideia da palestra que ela vai ministrar neste sábado (21), às 16h, aqui em Recife. E que você não pode perder!

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17
nov 2015

Recifest: festival de cinema LGBT exibe mais de 30 filmes dedicados à diversidade sexual e de gênero

 
publicado em: LGBT
por: Julieta Jacob
 

Chegamos à 3ª edição do Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero. Tenho tanto, mas tanto orgulho de morar numa cidade onde um festival como esse acontece, afinal, fortalecer a representatividade LGBT no meio audiovisual é preciso. Além do mais, há filmes maravilhosos sobre a diversidade sexual, e espero assistir a muitos deles neste ano, já que terei a alegria de compor a comissão julgadora da mostra competitiva! #umahonra

Os melhores curtas pernambucanos escolhidos pelo júri popular e pelo júri oficial receberão um prêmio de R$1.500. Já para os melhores filmes nacionais, a premiação será de R$ 1.000. Todos os concorrentes levarão para casa o troféu Rutílio de Oliveira, em homenagem ao idealizador do festival.

recifest filme abertura

Na abertura do Recifest, será exibido é o documentário “Gazelle: The Love Issue”, do diretor Cesar Terranova. O filme conta a trajetória de um comissário de bordo piauiense que, após a morte do esposo, virou ícone na cena noturna de Nova Iorque. A classificação é de 18 anos.

Só pra você entender: o Recifest começa hoje (dia 17) e vai até sábado (dia 21), sempre às 19h30. Ao todo serão exibidos 33 filmes (entre curtas, longas e também a mostra de filmes de animação), todos com temáticas de diversidade sexual e de gênero. Onde? No Cinema São Luiz, no centro do Recife. E a entrada? É gratuita. Tem ainda debates e oficinas imperdíveis (confira os horários das atividades e a programação completa no fim do post).

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13
nov 2015

Assista! Novo clipe de Clarice Falcão é um manifesto de empoderamento feminino

 
publicado em: estudos de gênero, feminismos
por: Julieta Jacob
 

Dá um pausa rapidinha no que você tá fazendo e vai assistir ao novo clipe de Clarice Falcão, lançado hoje! Principalmente se você for mulher. Mas se for homem, assista também. Achei emocionante.

A música é um cover de “Survivor”, da antiga banda de Beyoncé, Destiny’s Child.

Guarda pra cantar (bem alto e repetidas vezes!) naquele momento em que você terminar um relacionamento abusivo e se sentir uma sobrevivente – porque você continua inteira e o melhor da vida está por vir! Se já terminou um relacionamento abusivo, canta também. Já o batom vermelho você pega agora mesmo e usa imediatamente.

clarice 1

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11
nov 2015

Gênero nas escolas: polêmicas e divergências políticas travam avanços da discussão no país

 
publicado em: educação sexual, Especial UFPE
por: Julieta Jacob
 

*TEXTO: Elen Taline, Marina Barbosa, Marina Didier, Paula Passos, Rebeca de Arruda, Sinara Vasconcelos e Ursula Neuman.

Falar ou não sobre gênero na escola virou assunto no Brasil em 2014, passados anos e anos de uma educação formal que dificilmente retrata a diversidade de gênero existente no mundo. A discussão veio à tona quando o governo federal lançou o Plano Nacional de Educação, com o objetivo de estabelecer as metas do ensino brasileiro dos próximos dez anos. Logo depois, ganhou ainda mais força quando esse trabalho alcançou os níveis estaduais e federais. Hoje, a discussão continua, tão binária quanto a realidade que se pretendia acabar no começo de tudo isso: falar ou não falar de gênero com as crianças no colégio?

romeo

O pequeno Romeo Clarke, 5 anos, trouxe a discussão sobre gênero para a sua escola, em Rugby, no Reino Unido. O estudante adora usar vestidos, mas a escola que ele frequenta considera mais adequado que ele se vista de acordo com o seu gênero (masculino). Romeo foi capa da Revista Nova Escola de fevereiro de 2015.

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9
nov 2015

Tá com medo? #sejoga

 
publicado em: amor
por: Julieta Jacob
 

gif love

PS: mas não esquece de levar o cérebro junto, tá? <3


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6
nov 2015

Não existe mulher heterossexual, conclui estudo. Todas são homossexuais ou bissexuais

 
publicado em: LGBT, sexo
por: Julieta Jacob
 

Apesar da manchete simplista e conclusiva, a sexualidade humana é MUITO mais complexa. Em se tratando do nosso desejo sexual, então, nem se fala. Por isso que os pesquisadores e pesquisadoras não se cansam de tentar entender como é que ele funciona (#mistério). Quem começou a brincadeira foi o taxonomista americano Alfred Kinsey, que elaborou uma escala sugerindo que as orientações sexuais não seriam fixas, mas seriam permutáveis e poderiam apresentar modificações ao longo da vida.

azul é a cor

Cena do filme “Azul é a cor mais quente”, do direor Abdellatif Kechiche. Se ainda não viu, veja! É maravilhoso.

Seguindo essa linha, lá na Universidade de Essex, na Inglaterra, um estudo do Departamento de Psicologia reuniu 345 mulheres para entender melhor o desejo feminino. A metodologia foi a seguinte: todas elas assistiram a vídeos eróticos de homens e mulheres e tiveram as suas reações monitoradas para medir o grau de excitabilidade. leia o post completo »

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4
nov 2015

Vídeo desconstroi percepções negativas e machistas do que significa fazer algo “como uma menina”

 
publicado em: educação sexual, feminismos
por: Julieta Jacob
 

A gente mal percebe, mas de vez em quando solta um “Isso é coisa de muherzinha!” ou “Se ajeite, menino! Você por acaso é uma mulher?”. Se não é a gente que fala, é a gente que ouve e nem se dá conta do absurdo que essas frases representam. Afinal, o que é que significa agir como uma mulherzinha?

Tá na cara que não é algo bom ou desejável! Tanto que essas frases sempre são usadas em tom jocoso ou de repreensão. E o pior: de tanto que se fala, esse discurso de depreciação do feminino acaba sendo “naturalizado” e absorvido INCLUSIVE por mulheres, que também o reproduzem.

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Vídeo desconstroi a construção machista de que ser mulher é sinal de fraqueza e vergonha. Foto: reprodução/youtube

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3
nov 2015

Como explicar para as crianças como nascem os bebês? Ouça o podcast e confira!

 
publicado em: educação sexual
por: Julieta Jacob
 

Eu tive a alegria de participar da Rádio Matraquinha, um rádio ulta fofa, hiper divertida e super educativa feita para crianças de todas as idades. No programa, as apresentadoras Claudia Bettini (que é também do blog Corujices)  e Mariane Bigio me perguntaram o que fazer quando a criança perguntar “como nascem os bebês?”. Ah! Essa é fácil! Quero ver explicar como o bebê entra na barriga da mãe! #desafiei

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Será que o bebê entrou pela boca?

E não vale dizer que entrou pela boca, nem que a mãe engoliu uma melancia (eu pensava isso quando era pirralha, acreditam?), muito menos que o bebê foi trazido pela cegonha ou por anjos. Se você ainda não se imagina explicando que os bebês (em sua maioria) são fruto de uma relação sexual (algo que os adultos fazem quando se amam, por exemplo) e que “do pênis do papai sai esperma, que se junta ao óvulo na barriga da mamãe para formar o bebê”, saiba que está tudo bem. Construir esse diálogo não é do dia para a noite. Mas para conseguir é preciso começar!

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2
nov 2015

Conheça transexuais que viraram estrelas de propagandas e ganharam espaço na mídia

 
publicado em: Especial UFPE, LGBT
por: Julieta Jacob
 

*TEXTO: Amanda Eugênia, Ana Maria Miranda, Giovanna T. Diniz, Karina Costa, Valéria Oliveira

Recentemente, o ex-atleta olímpico Bruce Jenner revelou ao mundo que é transgênero e apresentou sua nova versão como Caitlyn Jenner na capa da revista norte-americana Vanity Fair. A publicação dividiu opiniões entre aqueles que apoiam a representação da diversidade sexual e transgeneridade e quem considera a representação uma afronta “às famílias tradicionais”. Além disso, a capa gerou discussões sobre o espaço dado a essa parcela estigmatizada da sociedade.

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Bruce Jenner na capa da revista Vanity Fair apresentando a sua nova identidade. Foto: Annie Leibovitz.

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30
out 2015

PL 5069: nada é tão ruim que não possa piorar

 
publicado em: educação sexual
por: Julieta Jacob
 

Eu pensei em deixar este texto pra amanhã, mas sabe como é. A ideia do dia seguinte me fez lembrar o quanto é urgente falar sobre a pílula. Tentarei  ser didática e breve. É mais ou menos assim:

Existe um lugar onde uma mulher é estuprada a cada quatro minutos (média 140 mil estupros por ano). Muita coisa, né? Pois pasme: nesse lugar, APENAS 10% dos estupros são notificados. E por quê? Por medo do agressor e vergonha de denunciar. Sabe o que acontece com muitas mulheres que decidem fazer a denúncia? Elas são recebidas na delegacia com a INACREDITÁVEL e INADMISSÍVEL pergunta “Será que foi estupro mesmo? Você estava usando que roupa quando o fato aconteceu?”. Muito prazer, esse lugar é o Brasil.

utero laico

Não só nossos úteros, mas o Estado brasileiro também.

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